segunda-feira, 19 de setembro de 2011

grande aula *-*

hoje tive uma aula de filosofia muito lindinha *-*
(eu e a catarina ferreira estamos numa mesa; o diogo e o jorge estão na mesa á frente)
J- óh pessoal, vocês já reparam?
C.F- Já reparamos no quê, Jorge? Na tua cara de parvo?
D- Yeah, na tua cara de parvo já reparámos há bué's de times, desde que te conheço que me lembro de ti com cara de parvo.
J- ahah, que piada; até me esqueci de rir com tanta piada a vossa. mas agora a falar asério, pá.
K- sim, vá agora a falar asério. que foi?
J- vocês já reparam bem?
C.F- epá, na tua cara de parvo? sim, já; não precisas de estar sempre a perguntar, caraças.
J- ai o caraças, mas estás-te a possuir ou quê?
C.F- óh carago, vais já prá cova; tu não me dizes isso, estás a ouvir? vamos lá ver se a vaca dá leite.
J- ui,  estou cheio de medinho de ti, chegas lá fora e bato-te.
D- ó jorge eu se fosse a ti tinha medo, ela é perigosa.
K- yeah, é mulher puderosa; atiça-te logo o fogo; mas tipo, ela chega lá fora e bates-lhe é?
C.F- óh mari'kika achas mesmo? não é capaz, ele nem é capaz de matar uma mosca quanto mais bater-me.
J- não sou capaz de te bater mas sou capaz de te fazer uma coisa que eu cá bem sei.
D- epá, agente não quer cá permonores, guardai isso só pra vós.
K- apoiado.
C.F- apoiado uma figa, olha que merda. ó diogo, a conversa já tinha chegado á merda para estares a falar?
D- ai o carago, começamos mal.
J- é bem, é bem.
K- é mal, é mal.
C.F- calai-vos, daqui pouco levam com a merda do livro na cabeça.
K- hum é bem, cát, é bem! mas ó Jorge, agora asério, estavas a dizer aquilo no reparar. já reparámos em quê?
D- nas curvas?
C.F- que curvas?
J- tipo nada disso; já reparam na stôra de filosofia?
C.F- yá, parece o Ratatui.
D- que ratatui?
K- ai diogo, quando tu queres é mesmo burro. o ratatui, o rato cozinheiro.
J- epá big LOL, vocês são mesmo pásh pásh. mas ela é casada? é que não sei, quem é que quer casar com uma coisa daquelas, até me mete medo só assim vestida, então despedida para passar á acção nem quero pensar; e depois carregue bué nos erres.
D- ya mesmo, ela parece que está ligada á electrecidada, sempre a carregar nos erres. e depois aqueles dentinhos pra fora como os ratos, mas atenção, dentes amarelos, aquele cabelo, aqueles óculos...epá, até doí só de olhar.
C.F- tristeza; mas enfim. não vêem que ela é casada? tem uma aliança no dedo de casamento, logo é casada.
D- com uma mulher ou com um homem?
K- eish ó diogo, poupa-nos lá.
D- não te preocupes que vocês estão poupados.
K- óh agente sabe, somos os reis.
C.F- áh pois é, somos os reis e rainhas e o título já ninguem nos tira.
J- toma lá, pá. disses-te tudo; mas será mesmo que é casada ou aquilo é só mesmo prá gente pensar que ela é casada?
K- epá mas ó jorge, estás assim tão interessado ou quê?
J- ya estou bué interessado; o meu sonho é casar com uma ratatui, não haja dúvidas.
D- mas se querem tanto saber perguntamos á stôra.
J- yá, quem é que pergunta?
D- eu não; doí-me a garganta e não posso falar muito.
C.F- eish ó diogo já ouvi desculpas bem melhores, pá.
K- eu não pergunto; pergunta o Jorge.
J- epá eu não. não consigo. diogo, és o homem da familia pá.
D- epá não; já disse que me doí a garganta, não posso esforçar a voz.
K- foge, isto é asério?
J- que treta ó diogo, para falares e mandares piropos ás gajas não estás tu com dor de garganta.
D- piropos ás gajas? não me chamo jorge.
J- vai dar banho ao cão, pá. máfriends, assim não vamos a lado nenhum.
C.F- opá, cambada de mariquinhas; tem que vir uma mulher pra perguntar uma coisa reles, posha.
D- vais perguntar, cát lindinha?
C.F- pois agora é cát lindinha, sabes bem.
J- óh tu és a nossa cát lindinha; perguntas?
C.F- yá pergunto, seus merdas.
K- ai catarina, não perguntes...vais ouvir um sermão.
C.F- está calada mari'kika; ó stôra, posso fazer-lhe uma perguntinha sem mera importancia?
stôra- sim, catarina.
C.F- a stôra é mesmo casada ou usa esse anel só prá gente pensar que é ?
(a turma ri-se toda)
stôra- a menina está a brincar comigo? isso vem a propósito de quê?
C.F- a propósito que o Jorge quer saber.
stôra- Catarina, não brinque comigo.
C.F- eu não estou a brincar consigo; eu só fiz uma pergunta, por curiosidade. será que me pode responder?
stôra- posso sim; sou mesmo casada.
C.F- ah pois; tou a ver. e aquele menino meio feio que chega consigo é seu filho, é?
(a turma ri-se outra vez)
stôra- catarina, eu não tolero faltas de educação; temos que tratar bem todos os nossos colegas e não julgá-los e criticá-los, tá bem? ele não é meu filho, é meu sobrinho.
D- ah pois percebo; a stôra não quer admitir que tem um filho tão anti-social e tão feio;
(a turma desata-se a rir, again)
stôra- menina catarina e menino diogo; já prá biblioteca copiar a pág 23 toda, até ao toque dos 45min.
e prontos, graças á nossa brincadeira lá foram eles os dois prá biblioteca; mas passado uns 10 min eu e Jorge também fomos por estarmos a falar de cuecas e boxers no meio da aula, ahah.
mas apesar de tudo, foi uma grande aula!

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